28 de maio de 2017
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“A cidade onde envelheço” entra em cartaz no Cine Bangüê, na capital

“A cidade onde envelheço” entra em cartaz no Cine Bangüê, na capital

Longa-metragem de ficção da diretora goiana – radicada em Minas Gerais – Marília Rocha, o premiado drama intitulado A cidade onde envelheço (produção conjunta Brasil – Portugal, 99 minutos, 2016, Classificação Indicativa 12 anos) estreia hoje, em 20 cidades espalhadas pelo Brasil, como o primeiro filme distribuído pelo projeto Sessão Vitrine Petrobras. Em João Pessoa, o público poderá assisti-lo a partir das 18h30, no Cine Bangüê, instalado no Espaço Cultural José Lins do Rego, em João Pessoa, onde os ingressos custam R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia). Já no Cinespaço Mag Shopping, a exibição ocorrerá no próximo dia 15, na Sala 4, às 18h50, com entradas aos preços de R$ 12 e R$ 6.

“A parceria com a Vitrine Filmes é bem interessante para o Cine Bangüê, em virtude do perfil da distribuidora dialogar com a demanda de filmes do Bangüê. O Projeto Sessão Vitrine Petrobras promove uma mobilização nacional em diversas salas de cinema para a exibição da produção brasileira, fazendo chegar ao público filmes importantes da nossa cinematografia contemporânea”, comentou, para o jornal A União, a coordenadora de Cinema da Fundação Espaço Cultural da Paraíba (Funesc), Cristhine Lucena, acrescentando que o filme A cidade onde envelheço também será exibido nos próximos dias 11 e 14, em sessões às 18h e 18h30, respectivamente. “A ideia é que o filme permaneça em cartaz por um período que atenda à demanda de público do cinema. Os horários e dias são variados e pensados para dinamizar as sessões, assim atendemos aos diversos públicos”, justificou ela. “Estou muito feliz com essa parceria com a Petrobras, porque tem tudo a ver com o trabalho que realizamos, que é o de divulgar o cinema nacional”, disse, ainda, a vice-diretora e programadora do Bangüê, Virgínia Duan.

A propósito, esse projeto de distribuição coletiva, criado pela Vitrine Filmes, objetiva levar ao público uma produção cinematográfica de qualidade, original, que retrata a cultura do País e que se destaca nos principais festivais brasileiros e internacionais. Neste ano de 2017, a programação ficará em cartaz permanentemente, com ingressos reduzidos de até R$ 12, além de um lançamento a cada duas semanas e horários fixos em salas exibidoras em 20 cidades, contribuindo para fortalecer o circuito alternativo e estimulando a formação de novas plateias.

No filme A cidade onde envelheço, o mote da trama é a relação de duas amigas portuguesas que migram para o Brasil em momentos diferentes, o que inclui, ainda, alguns aspectos, a exemplo da intimidade entre ambas e suas visões sobre as peculiaridades do País. A história da atriz Francisca Manuel – uma das protagonistas – serviu de inspiração para a elaboração do roteiro do longa, cuja trilha sonora é assinada por Jards Macalé e Jonnata Doll & Os Garotos Solventes.

A diretora Marília Rocha – que até então vinha se dedicando à carreira no gênero documental – confessou para a imprensa que o paradoxo vivido pela atriz entre a saudade de casa e, ao mesmo tempo, o desconforto de voltar à terra natal, foi a principal fonte de inspiração. Ambientado na cidade de Belo Horizonte (MG), Francisca – uma jovem imigrante portuguesa morando no Brasil – recebe, em sua casa, Teresa, uma antiga conhecida, com quem já havia perdido contato. A visitante acaba de chegar e, por isso, vive momentos de descoberta e encantamento com o novo País. Já Francisca, em contrapartida, anseia por Lisboa. O espectador vai acompanhar as aventuras de cada uma pela cidade, bem como testemunhar a profunda ligação que nasce entre elas, obrigando-as a lidar com desejos simultâneos e opostos: a vontade de partir para um País desconhecido e a saudade irremediável de casa.

Primeira produção de ficção de Marília Rocha, A cidade onde envelheço sagrou-se como o grande vencedor da 49ª edição do Festival de Brasília, realizado em 2016 e em cujo evento ganhou nas categorias de Melhor Filme, Melhor Direção, Melhor Atriz e Melhor Ator Coadjuvante. Ela também dirigiu os seguintes filmes: Aboio (2005), Melhor Filme no Festival É Tudo Verdade; Acácio (2008) e A falta que me faz (2009), Melhor Filme no Festival de Cinema Latino-Americano de São Paulo.

FONTE: A União

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