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Frutas permanecem em alta

Considerados vilões da feira do paraibano no mês passado, segundo a inflação oficial calculada pelo IBGE (IPCA), os hortifrutigranjeiros ainda estão pesando no bolso dos paraibanos, sobretudo as frutas, ainda com forte instabilidade de preços nos mercados públicos da capital.

Segundo pesquisa do último IPCA, em janeiro as frutas tiveram alta de 3,43%. No Mercado Central de João Pessoa, as três primeiras semanas de fevereiro continuaram com instabilidade de preço, devido à baixa produção dos itens nos fornecedores, explicou a feirante Walquíria da Silva. “Eles (os fornecedores) dizem que a produção está menor e que tem gente botando o preço mais alto, pagando mais por eles. A gente tem que pagar o preço que cobram e, se não repassarmos aos clientes, vamos ter prejuízo”.

Quem costuma frequentar a feira sente de imediato essa mudança de preço, como a aposentada Josefa Maria, que há mais de 10 anos faz compras no local. “Eu compro fruta aqui somente porque sou bem atendida, gosto da vendedora, mas pelo preço mesmo está difícil, porque estão muito caras. Meus filhos mesmo só compram no supermercado, porque conseguem encontrar preços melhores, compram até de caixa”, disse.

De acordo com a feirante Walquíria da Silva, é difícil competir com os supermercados. “Eles (supermercadistas) estão vendendo as frutas pelo preço de compra. Eles colocam as frutas com preço lá embaixo que é para atrair consumidores, que acabam comprando outros produtos além das frutas. Por isso conseguem colocar o preço muito abaixo, porque se não lucram com as frutas, lucram com outros produtos”, explicou.

No levantamento do JORNAL DA PARAÍBA, as frutas no Mercado Central de João Pessoa apresentavam preços diversos. A mais em conta foi a laranja, custando R$ 1 quatro unidades. Já o mamão Havaí tem custo médio de R$ 2,00, mesmo preço do quilo do limão Tahiti. A unidade do abacaxi está custando R$ 3,00, enquanto o quilo da goiaba sai por R$ 4,00. A maçã nacional pode ser encontrada por R$ 5,00 seis unidades.

LEGUMES ESTÃO COM PREÇOS ESTÁVEIS

Já para os legumes e verduras, o mês de fevereiro tem sido estável, com preços sem grande variação. A feirante Jane Régis disse que o volume de produção tem sido satisfatório e, apesar da dependência do fornecedor, o feirante está conseguindo manter os preços dos seus produtos.

“Não tivemos aumento, estamos cobrando praticamente o mesmo valor desde o começo do mês. Tudo vai depender do preço que o fornecedor coloca, se ele sobe muito, nós temos que subir também, mas por enquanto não foi alterado em nada”.

A feirante explicou que as condições climáticas da temporada estão contribuindo para que esses valores continuem os mesmos. “Eles (produtores) dizem que se chove demais é ruim e se faz sol demais é ruim, a produção fica prejudicada e precisam aumentar o preço. Mas o clima está bom e não acredito que vamos ter problemas com o tempo”, disse.

Temido por muitos, o tomate conseguiu se manter a R$ 2,50 o quilo, mesmo preço da cebola branca. A cenoura sai por R$ 3,00/kg, mesmo valor da beterraba.

Já o pimentão verde está custando aproximadamente R$ 0,50 a unidade. A macaxeira está por R$ 2,00. Já o quilo do cará está por R$ 3,50, enquanto inhame, R$ 6,00.

Jornal da Paraíba

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